Um resumo direto das mudanças na legislação trabalhista e previdenciária que afetam a sua empresa neste ano — o que é, quem atinge e o que precisa ser feito. Priorizado por urgência.
O governo agora fala com a sua empresa só pelo Domicílio Eletrônico Trabalhista. Intimações e multas chegam por lá. Quem não acompanha perde o prazo e é autuado sem saber.
Quem ganha até R$ 5.000/mês ficou isento de IR, com desconto parcial até R$ 7.350. Já vale na folha desde fevereiro/2026 — vários funcionários passam a receber mais líquido.
A empresa passa a ter de mapear e prevenir riscos psicossociais (estresse, assédio, sobrecarga) no seu programa de riscos. As multas estão suspensas por decisão do STF, mas a obrigação já vale — é a hora de se organizar.
A DIRF anual acabou: tudo passa a ser mensal pelo eSocial, e o CPF vira o documento único do trabalhador. A fiscalização cruza os dados por inteligência artificial — cadastro errado vira alerta na hora.
Para os setores que tinham desoneração, a contribuição volta gradualmente para a folha (em 2026, metade). Vale simular os dois cenários para pagar o menor. O 13º segue sem a parte patronal de 20% até 2027.
Salário mínimo de R$ 1.621 desde janeiro e novas tabelas de INSS e IRRF. Pisos, vale-transporte, salário-família e a convenção da categoria precisam ser recalculados.
Relatório de transparência salarial duas vezes ao ano, comparando remuneração de homens e mulheres. Multa de até 3% da folha. Vale para empresas com 100 ou mais empregados.
Cada uma dessas mudanças tem um caminho certo para a realidade da sua empresa. Antes de agir — ou deixar como está — fale com o seu Departamento Pessoal. Regularizar a tempo custa muito menos do que ser autuado depois.