Uma comparação honesta para a sua empresa: o custo de fazer certo, mês a mês, contra o passivo que aparece se um funcionário sem carteira assinada entrar na Justiça — e ganhar. Ajuste os valores e veja o seu caso.
1
Dados da situação
R$
2
Mês a mês: fazer certo x deixar como está
Custo de registrar corretamente
R$ 0
salário + encargos e provisões, por mês
“Economia” aparente da informalidade
R$ 0
o que se deixa de recolher por mês
A “economia” da informalidade é exatamente o que não é pago: FGTS, INSS, provisões de férias/13º e as horas extras. É dinheiro que não some — só fica adiado, e vira dívida.
3
Se o funcionário entrar na Justiça e ganhar
Passivo trabalhista estimado — faixa
R$ 0
De R$ 0 (cenário conservador — só verbas incontestáveis) a R$ 0 (provável — com INSS sobre as verbas e mais honorários/juros), para 1 funcionário após 12 meses. Pode ser maior com danos morais e reincidência.
O que “economizou” no períodoR$ 0
Passivo — cenário conservadorR$ 0
Passivo — cenário provávelR$ 0
O risco é de 1,6× a 2,2× a economia do período.
4
De onde vem esse passivo
Verba / penalidade
Conservador
Provável
Valores por funcionário multiplicados pela quantidade informada. Reconhecido o vínculo, tudo o que não foi pago passa a ser devido — corrigido e com juros — além das multas administrativas.
Premissas do cálculo ▾
Aviso importante. Esta ferramenta é uma estimativa ilustrativa para orientar a decisão do empresário — não substitui um parecer técnico. Alíquotas, tabelas (INSS, IRRF, salário mínimo) e multas mudam por competência e por convenção coletiva (CCT). Cada caso concreto — modalidade de rescisão, tempo real, verbas da categoria, danos morais e reincidência — deve ser calculado individualmente pelo Departamento Pessoal com base na legislação e na CCT vigentes. Além do risco trabalhista, a falta de recolhimento de FGTS e INSS pode gerar autuações da Receita Federal e da fiscalização do trabalho, independentemente de ação do funcionário.